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05 março 2012

5 anos de 100% quadrinhos

Nesta terça feira, 06/03, a partir das 19h. no bar e café Arcângelo, autores da coleção 100% quadrinhos comemoram os 5 anos da série. Pensada como uma forma de promover a profissionalização e a inserção no mercado de autores brasileiros publicados pela Graffiti, a coleção tem tido o mérito de apresentar o primeiro álbum produzido por cada um dos autores envolvidos: Fabiano Barroso e Piero Bagnariol, Eloar Guazzelli, Luciano Irrthum, Guga Schultze e Evandro Alves.
No som, DJ Rafael...

24 fevereiro 2012

Alves na Quixote sábado 3/3

Lançamento do álbum A rua de lá, de Alves, em Belo Horizonte será so próximo sábado, dia 3 de março, a partir das 11h na livraria Quixote, na savassi.

16 fevereiro 2012

Verdades Tropicais, de Alves


Verdades Tropicais foi a primeira hq produzida por Alves expressamente para a Graffiti, na qual o autor apresenta este estilo peculiar, 'linha clara', diferente de sua produção regular como cartunista.  A história saiu na número 13 'metamorfose'.






31 janeiro 2012

A rua de lá

Ali pela metade da década de 90 – século passado – existia, no bairro Carlos Prates, um estúdio de produção, fomento e troca de ideias sobre histórias em quadrinhos. Este local, que chamávamos Estúdio HQ, era mantido por nós, da Graffiti, e por mais um punhado de quadrinistas de Belo Horizonte.

Certo dia, em uma manhã escura e tempestuosa de sábado, apareceram no estúdio dois jovens cartunistas vindos de Lagoa Santa. Queriam mostrar o trabalho, conversar, participar da desorganizada efervescência que promovíamos por aqueles tempos. Um destes cartunistas era o Alves.

Alves nos mostrou sua pasta de desenhos. Não lembro de tudo o que tinha nela, mas me recordo com nitidez das tiras do Gronk, ainda inéditas, e que posteriormente seriam publicadas em jornais de BH, além de outras tiras com animais, que denotavam sua admiração pelo tema e uma certa influência – saudável – do Níquel Náusea do Fernando Gonsáles.

E recordo, sobretudo, daquilo que realmente me chamou a atenção, desde o princípio, nos cartuns e desenhos do Alves: o humor! O trabalho dele – que, como eu, como nós, era um iniciante – tinha algo difícil de obter, algo que não se ensina da noite para o dia. Era engraçado. Fazia rir! E aí eu olhava pros desenhos, e olhava pro Alves, ali, sentado, meio desconfiado, matuto, aguardando um parecer qualquer sobre suas artes, eu fazia isso e ria muito, ria por dentro e por fora, gargalhava mesmo. O humor puro, que é universal e atemporal, faz isso com o espírito. E eu, que nunca fui profeta, naquele momento desvendei o futuro do Alves. Em meio àquela profusão de gente que era o Estúdio HQ, havia pessoas com talento e pessoas sem talento, mas ninguém seria tão bom cartunista quanto o Alves. Há ofícios que são pura técnica. Dentre eles, não se enquadra o cartum. No cartum, há sim técnica, mas os 90% principais são feitos de algo que não se explica, que costumamos chamar de dom, ou de centelha, mas que na verdade pode se dizer que é uma mistura correta de timing, bom senso e humor. Como num bom coquetel, tudo na medida certíssima.

O tempo passou, a jovem promessa se tornou um premiado e conhecido autor. Várias histórias do Alves já foram publicadas na Graffiti, na Mad e em outras revistas. Seus cartuns, ilustrações e charges saíram em alguns dos principais periódicos do país. Sem contar os diversos e importantes prêmios - do Salão de Piracicaba ao de Volta Redonda, passando pelo do Rio de Janeiro, de Foz do Iguaçu e outros mais. Mas faltava em seu currículo algo como este A rua de lá – uma história em quadrinhos longa, onde o autor pudesse experimentar e expressar muitas outras

de suas virtudes, para além do humor – que, se há nesta história, há apenas no traço, cômico por natureza – , como a sua herança literária e as sensibilidade para com suas recordações.

Sim, porque A rua de lá é autobiográfico. Fala de uma época em que as coisas não eram para ponderar. Fala também de um lugar, uma cidadezinha, que é a cidade do Alves, Lagoa Santa, mas é também todas as cidades do interior do Brasil. Porque o Brasil tem a infância de todo mundo, esse período da vida que é da brincadeira, da descoberta, do monstro, do superheroi, dos bichos, da mãe, da amizade e da solidão. Essa época maravilhosa que nos molda e nos torna inevitavelmente adultos.
Tudo isso – e muito mais – é filtrado pelos olhos do Alves, da criança que foi o Alves, e que está aí, retratada de forma honesta e singela, nesta pequena obra que tenho o orgulho de apresentar e que, espero, você tenha o mesmo prazer que eu tive ao ler e apreciar.
Portanto, não me resta que desejar boa leitura!

Da introdução de Fabiano Barroso

22 maio 2010

Eu já sabia

Quando eu vi o anúncio do Concurso de Ilustração da Folha de SP, eu pensei: "esse trem tem a cara do Alves".

Bem, eis que ele tirou, merecidamente, o segundo lugar na categoria charge. E está se tornando, realmente, o maior ganhador de prêmios em salões e concursos de charge e cartum do Brasil.

Parabéns (de novo)!



08 dezembro 2009

A Rua de Lá - coleção 100% quadrinhos nº 5


Posto abaixo duas das páginas que o Alves, autor do próximo álbum da coleção 100% quadrinhos, me enviou. A história se chamará "A Rua de Lá", e, segundo o autor, tem certas doses autobiográficas.

Ainda não temos data certa para publicar A Rua de Lá. Esperamos que seja no primeiro semestre de 2010...





20 novembro 2007

Alves come premios


Evandro Alves, colaborador da Graffiti, é um dos maiores ganhadores de salões de humor Brasil afora dos últimos tempos. Desta vez, ele venceu o Salão de Paraguaçu Paulista (interior de SP), na categoria tiras.

Acho, realmente, que é nas tiras que o Alves mais se destaca. Anos atrás, ele fazia todo mundo rir com "Gronk", tira diária que saía, se não me engano, no Estado de Minas.

As tiras ganhadoras no Salão de Paraguaçu Paulista foram do personagem Sir Manoel, paródia dos cavaleiros medievais.
Para ver as outras tiras vencedoras do Alves, e também todos os premiados e classificados do Salão, clique:
www.salaodehumordeparaguacu.com.br/premiados.php